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Os 3 sabotadores da produtividade

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Independentemente do seu ramo de atividade, você precisa ser produtivo. Não importa se você é empresário, colaborador, estudante ou entusiasta esportivo. Vivemos o imperativo da produtividade.

Quem não produz é visto como incompetente, como fracassado ou como destinado ao insucesso. Ninguém quer ostentar esses péssimos títulos em seu currículo, não é mesmo? Eu vou explicar para você aqui quais são os 3 sabotadores da nossa produtividade.

1 – A possibilidade de fazer depois

 

Também chamada de “procrastinação” – a palavra da década -, essa possibilidade é o que coloca o maior freio em nossa capacidade produtiva. Não nos comprometemos imediatamente com as atividades pelo fato de que – se não finalizamos agora o que temos para fazer – certamente finalizaremos mais tarde, ou amanhã, ou na semana que vem, ou nunca. Procrastina quem não tem meta, quem não tem prazo, quem não tem responsabilidade. Toda atividade possui começo, meio e fim. Se você não consegue localizar em que estágio está em suas atividades, provavelmente está procrastinando.

 

 2 – A dificuldade de dizer “não”

 

Quem tenta assumir todas as atividades para si não consegue finalizar com competência uma atividade sequer. Hoje, por cortesia, temos medo de dizer a palavra não, e isso gera um peso desnecessário às nossas atividades diárias. Esse peso – com o tempo – serve apenas para impossibilitar a produção em nível profissional.

Quer melhorar sua produtividade e entregar os seus projetos? Comece dizendo “não” sem ter dó.

 

3 – A falta de foco

 

Ter foco é ter prioridade. A ausência disso leva à execução desorganizada de nossas tarefas. Você pode até estudar, mas estuda tudo de uma vez, sem ter direcionamento. Tenta trabalhar, mas as atividades se acumulam de maneira enlouquecedora. Tudo pode ser uma chave para tirar o seu foco: Facebook, Instagram, WhatsApp e toda a miríade de distrações que a tecnologia nos fornece. Aprenda a desligar o telefone, a deixar de se preocupar com todas as notificações que recebe a qualquer instante e você verá sua produtividade aumentar exponencialmente.

 

Quais são as suas maiores dificuldades, no momento de produzir algo?

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Concurso Público, Uncategorized

Concurseiro modinha!

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Lá vem ele: caderninho na mão, camisetinha com frase de impacto, sorriso na rede social, canetinha colorida, e muito amor no coração. É o concurseiro modinha! O amigo do primo da irmã do tio da filha do parente do Jurandir passou no concurso do INSS na primeira. Ele também pode. Cria um perfil com uns nomes de joaofocadobrtotalnavagaminhaguerreirodestruidordasbancasdomundotodoaqui eemtodososlugaresdagaláxia;concurseirodedicadofocototalgoraeupassonessaporra; agoraapossenãoescapadessacaralhamoedoranasmadrugadasderevisão e por aí vai. Dura uns dois ou três cursos sem aparecer um edital. Depois… passa! Não no concurso. Passa a vontade.

Apesar da modinha que surgiu há algum tempo – a de ser concurseiro -, algumas pessoas, de fato, merecem esse título. Não que eu ache ruim o fato de haver muitas pessoas interessadas em estudar, longe disso. Fico apenas meditando a respeito de uma galera que se matricula em cursinhos – ou compra um online – somente para poder postar nas redes sociais as reclamações a respeito de como é ruim estudar. Quando não é isso, é uma chuva de memes com mensagens de animação, com gatinhos do Shrek, com promessa de milhões, com palavras de apoio e trechos de livros. Não culpo ninguém, porque eu também tenho que fazer isso nas minhas páginas, afinal, vive-se de likes na Internet.

Essa realidade começou a mudar um pouco com a época das vacas magras no terreno dos concursos púbicos. O cara que se dizia concurseiro começa a voltar a sua vida normal. Começa a usar seus mecanismos de compensação para superar o fato de não ter sido agraciado com uma aprovação enquanto estava fazendo o seu primeiro, e único, preparatório. Para ele, o tempo já passou; não dá mais para passar; não há mais vaga; não há mais concurso; não há mais dinheiro; não há mais nada! Só resta voltar à rotina comum.

Que houve sincera diminuição na quantidade de concursos, isso é uma verdade indiscutível. Muita gente fala para não se preocupar, para continuar no caminho, sem dizer que estão com o orifício corrugado na mão – por medo de um futuro menos lucrativo. Isso faz a sinceridade de muita gente desaparecer mesmo!

Eu não vou falar para você que é hora de jogar tudo para o alto, porque eu não sou burro! Sei bem que há tempos difíceis e tempos de águas mais tranquilas para quem é concurseiro de fato (não para os aventureiros). Dessa maneira, vou mandar a real para você, espero que me responda com a mesma sinceridade:

  1. Você tem algum objetivo (de trabalho) que não seja ser aprovado em um concurso público?
  2. Você está estudando de maneira detida para algum concurso em específico?

Muito bem, se você respondeu “sim” à primeira pergunta, quer dizer que seu foco principal não é ser aprovado em um concurso. Provavelmente, você queira utilizá-lo como um trampolim para fazer alguma outra coisa. Eu não condeno você. Cada um faz aquilo que achar melhor. Mas por que você não concentra suas forças apenas em um objetivo (o final)? Assim, a frustração é menor.

Se você respondeu “não” à segunda pergunta, então estamos todos esperando para saber qual será o seu próximo alvo. Quando não se tem um concurso em vista, qualquer caminho é uma estrada para o amanhã; entretanto, ninguém sai do lugar se quiser andar em todas as direções. Pode ser que o seu concurso nem esteja na lista dos próximos a sair, mas – se ele for o seu objetivo – mantenha-se focado nele e preste os que surgirem no meio desse processo.

Outras perguntas para saber como está o seu fluxo de estudo:

  1. Você está fazendo resumos das matérias?
  2. Lê seus resumos a cada 15 dias?
  3. Resolve exercícios, no mínimo, 3 vezes por semana?
  4. Escreve uma redação por semana?

Se você vacilou para responder a essas perguntas, meu comentário é: ah, beleza então… passa amanhã!

Se você estiver fazendo tudo isso, parabéns! Está no caminho certo! A aprovação é uma questão de tempo, e de edital.

Força, guerreiros!

 

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