Concurso Público

Por que eu nunca consigo ser aprovado no concurso?

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Essa pergunta fica perambulando pela mente de diversos candidatos, que eu costumo nomear como “domingueiros do concurso”. Explico: esse é o tipo de candidato que simplesmente não se prepara e forma contínua; ele vaga de edital em edital, esperando encontrar uma prova mais simples, cujo conteúdo coincida com aquilo que ele vinha “estudando” ao longo de sua vida. A cada dia que passa, essa probabilidade fica cada vez menor.

Vou listar aqui 5 erros que impedem a sua aprovação:

  1. Você não tem uma rotina de estudos

Quando o cidadão é domingueiro de concurso, não se preocupa com ler o edital, saber as datas de provas, observar retificações ou mesmo entender como se dá o processo de avaliação dos candidatos. Sim, eu já encontrei aluno que foi prestar um concurso do Cebraspe sem saber que uma errada anulava uma certa. Pois é, esse tipo de pessoa fica devendo nota para a banca examinadora. Para evitar esse tipo de conduta, adote uma rotina de estudos: divida as matérias do seu edital de acordo com o seu tempo, considere mais tempo para as matérias mais desafiadoras. Pense que o estudo só traz resultados se for consistente, ou seja, não adianta estudar 6 horas hoje, mas não estudar mais nada até o fim da semana.

2. Você não tem um objetivo definido

Policial? Fiscal? Administrativo? Tribunal? Bancário? Se você ainda não pensou nesses termos, já sabe que está perdendo tempo. Por quê? Porque a preparação deve levar em conta a carreira que você pretende seguir. Isso impacta profundamente em sua preparação, afinal há conteúdos mais cobrados em umas áreas e não em outras. Pode haver teste físico, e isso já é outro tipo de preparação. Saber para onde se pretende ir é um passo fundamental para caminhar na direção certa.

3. Você não estuda conteúdo de base

Talvez, o erro mais comum esteja aqui. O candidato que começa estudar vai com aquele sede de aprender todos os conteúdos específicos, com os quais nunca lidou. Faz isso sem saber que o que passa ou reprova o cidadão está na parte de “conhecimentos básicos”. Pela minha experiência, posso dizer com tranquilidade: língua portuguesa é o assunto mais importante para ser aprovado em concursos públicos.

4. Você não resolve questões

Estudar teoria é importante, mas praticar é mais importante ainda. Entenda que você vai até a prova para resolver questões, não para dar uma aula. Dessa forma, é fundamental que você conheça o perfil da banca examinadora. E isso só será possível se você resolver muitas e muitas questões.

5. Você não divide seu tempo.

A divisão do tempo é fundamental para manter a sanidade enquanto se estuda para passar em um concurso. Não estou falando aqui de tempo de estudo. Estou falando sobre divisão entre tempo de estudar e tempo para viver o resto dos elementos de sua vida. Não se passa em concurso com a mente desgastada. Você precisa saber separar um tempo para os amigos, para a família, para um pequeno lazer, enquanto faz a gestão de seus estudos. Isso permite ficar estudando em um prazo longo, sem que você sinta que está deixando sua vida para trás.

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Como aprender Língua Portuguesa

Quanto tempo de estudo?

Podemos dividir o tempo de estudo de Língua Portuguesa por
semana, para ficar mais simples cumprir os horários. Minha sugestão
sincera é que você estude – no mínimo – três vezes por semana os
assuntos relativos à Gramatica. Costumo indicar a reserva de um tempo
no domingo para realizar algumas leituras que poderão melhorar sua
capacidade de interpretação.

É interessante dividir o seu tempo de estudo da seguinte maneira:

  • Teoria (leitura das regras e análise das frases) – 30% do seu tempo de estudo para LP.
  • Prática (resolução dos exercícios) – 40% do seu tempo de estudo para LP.
  • Leitura (de diversas fontes bibliográficas) – 30% do seu tempo de estudo para LP.

Isso fará você se acostumar com o fato de que o mais importante é saber como responder aos questionamentos das provas. Quanto mais questão analisada, mais conhecimento sobre a banca examinadora; consequentemente, melhor você estará no assunto.

Se a sua dúvida é relativa ao tempo que leva para entender o assunto, o papo é outro. Vai depender de quanto de esforço você coloca no seu empreendimento de estudo. Na maior parte dos casos, leva uns três meses de dedicação plena para compreender as diferenças entre os conteúdos e para começar a memorizar todas as nomenclaturas. Em cerca de seis meses, você consegue começar a discutir o assunto com mais profundidade. Depois de um ano de estudo dedicado, é possível adquirir conhecimento suficiente para gabaritar uma prova de Língua Portuguesa.

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Como aprender Língua Portuguesa

Como aprender Português?

Tomar-decisões

Parte 1: da preparação

1. Língua Portuguesa: de ponto fraco a arma de batalha.

 

Eu não conheço disciplina que seja maior alvo de reclamação do que
Língua Portuguesa. O sofrimento é constante, a reclamação é constante,
os erros são constantes e constante também e a frustração.
Você, se for concurseiro de longa data, já deve ter se deparado com
uma situação muito frequente: comprou uns dez cursos, viu diversos
estilos de aula, sentiu-se preparado; mas – na hora de resolver as
questões – ficou tão puto que quis jogar tudo para o alto e nunca mais
estudar. Pois é, já vi essa cena inúmeras vezes; já falei com inúmeros
alunos sobre isso: sempre o mesmo relato.
Isso nos leva à ideia de que a matéria de Língua Portuguesa tem se
tornado – ao longo dos anos – uma grande “pedra no sapato” dos
concurseiros. Trata-se de um fato com explicação para sua origem. Na
realidade, o cerne desses problemas está nos cursos de Letras em grande
parte do nosso país – afirmo isso por causa da minha formação. Uma das
frases mais comuns que se ouve nesses cursos é “Gramática é coisa do
passado, ninguém mais tem que saber esse tipo de coisa”. Com isso, os
professores que se formam lá – e que provavelmente lecionarão para
você e para seus filhos – internalizam esse tipo de conhecimento. Tempo
depois, caem na sala de aula e passam muito tempo tentando descobrir
o que ensinar; muitos apenas se dedicam a preencher o diário de classe.

O primeiro passo para você transformar sua dificuldade em sua
maior arma é entender que alguém já conseguiu fazer isso. Veja bem:
alguém já gabaritou uma prova de Língua Portuguesa, logo não há razão
alguma no mundo que torne isso impossível para você. Pense sempre
assim: se alguém já conseguiu fazer, eu também consigo!
Parece até que estou escrevendo um daqueles livros de autoajuda,
mas não é bem isso. Estou tentando mostrar que a perspectiva é
fundamental para conhecer o trabalho que se desdobra à sua frente.
Depois de seguir os passos do curso que ora está estudando, faça uma
avaliação das provas que resolveu: resolva novamente, comente as
questões, discuta com colegas a respeito dos assuntos. Será possível
identificar qual foi o ponto inicial da sua evolução. Uma questão a mais
já é uma vitória; um comando de questão cujo assunto você conseguiu
compreender já é um sinal de evolução.
É preciso insistir nesse trabalho até que você escolha resolver a prova
de Língua Portuguesa por primeiro no seu concurso. Ela deve ser o seu
instrumento para ganhar tempo na resolução, enquanto seus
concorrentes estão arrancando os cabelos na hora da prova. Na
realidade, os concorrentes têm apenas uma coisa mais do que você: eles
têm mais é que se lascar!

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Como escrever um estudo de caso?

Tomar-decisões

Olá, meu amigo do blog!

 

Se você acompanha o meu trabalho por aqui, sabe bem que – eventualmente – eu preciso vir à tona para desfazer alguns mitos que surgem no mundo dos estudos; seja dos concursos públicos, seja dos trabalhos acadêmicos, seja dos vestibulares.

A minha missão hoje é desvendar um mito bastante interessante: como escrever um estudo de caso em uma prova de concurso público?

Grande parte dos professores, que gosta de se sentir o mago da transformação textual, tenta delinear grandiosas diferenças entre um texto dissertativo e um estudo de caso. Em linhas gerais, não há tanta diferença assim. Honestamente, é muito mais fácil compreender o princípio de um estudo de caso. Vamos aos fatos!

O que é um estudo de caso?

Trata-se de um texto dissertativo, em que o candidato é obrigado a resolver um problema que é apresentado em uma situação narrada na “questão” que surge na proposta.

Preciso escrever introdução, desenvolvimento e conclusão?

Todo texto possui essas partes. Não é diferente com o estudo de caso. O que ocorre é – na introdução – você deve retomar a situação-problema, a fim de ficar mais claro o assunto sobre o qual você discorre. Não é necessário dar uma “enrolada” na introdução (na verdade, não é para fazer isso em nenhum texto).

O texto deve ser longo?

Depende da quantidade de problemas que você deve resolver. Um estudo de caso pode apresentar de duas até umas sete questões para que o candidato consiga resolver tecnicamente. Não é preciso delimitar quantidade de linhas para o texto. Você deve se concentrar na resposta de maneira específica, a fim de demonstrar conhecimento a respeito das situações mencionadas.

Há uma linguagem específica para usar?

Como todo texto de natureza específica, você precisa usar a linguagem do nicho a que se dirige o estudo de caso. Pense comigo: se você escreve um texto sobre enfermagem, precisa usar a linguagem específica da área; se vai falar sobre segurança de informação, precisa do vocabulário que se emprega nessa área. Isso é algo lógico!

Existe uma resposta certa?

Sim. Quando a proposta é feita, há um padrão de resposta que você precisa atingir. Esse padrão é entregue ao professor que fará a correção, a fim de ver quanto seu texto se aproxima da versão ideal do texto. Quanto mais se aproximar, maior a nota. Quanto menos… bem, você já sabe.

Onde posso encontrar propostas desse tipo?

Em qualquer site que traga provas anteriores. Basta observar qual o seu concurso e buscar a prova anterior, com vistas a achar a proposta de redação. Muito provavelmente você encontrará a proposta e o padrão de resposta, ainda mais se a sua banca for o Cespe/Cebraspe. Recomendo o site PCI-concursos.

 

Um grande abraço,

 

Bons estudos!

 

Força, guerreiros!

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Congelamento, limite remuneratório e apocalipse – para onde ir?

super_imgapocalipse_brazuca

Todos que leem o meu blog sabem que eu trabalho com preparação de candidatos para provas de concursos públicos. Faz bastante tempo que eu faço isso e, digo sem medo de errar, é algo extremamente benéfico para o ego de um professor ensinar quem quer aprender, mesmo que seja apenas para marcar um X na resposta correta.

Nos últimos dias, uma notícia que tomou a comunidade concurseira foi o pacote de medidas que o Governo Federal quer impor ao funcionalismo público. A notícia caiu como um meteoro escatológico sobre todos aqueles que tinham a perspectiva de uma mudança rápida de condição social após serem aprovados em um concurso.

Dentre as mudanças (que você pode conferir no site do planejamento), há o congelamento do reajuste aos servidores, a limitação da remuneração inicial de para os servidores admitidos em novos concursos e a extinção de aproximadamente 60 mil cargos do executivo.

Evidentemente a notícia não é das mais animadoras. Aliás, a situação é tão complexa que você nem está vendo os estandartes dos cursinhos preparatórios profetizando melhoras ou mesmo apregoando que tudo ficará bem, pois nem eles mesmos sabem qualquer coisa a respeito. Tudo, repito, TUDO pode acontecer com a atual gestão que se arvorou no país.

Entendo que há alguns aspectos importantes que devem ser levados em conta com relação a essa proposta:

  • O primeiro é o de que ela ainda não está em vigor, depende de aprovação do Congresso. Isso é uma esperança? Não, pois a atual gestão domina a maior parte dos membros da casa, logo não haverá tanta dificuldade para essa medida ser aprovada. Ponto negativo para nós!
  • O segundo é que essa limitação de gastos está sendo feita sem um estudo muito lógico de suas consequências para o próprio funcionalismo público, para a sociedade em geral e para o próximo gestor que terá de arcar com esse “foda-se” gigantesco que o Temer está tocando.

Eu quero concentrar a minha análise nessa segunda parte: suponha que você esteja estudando para a carreira diplomática, cujos vencimentos iniciais ultrapassavam 13 mil reais. A partir disso, você receberá apenas 5 mil, pois esse seria o patamar inicial para o ingressante no Serviço Público (não será o valor de 5 mil para a vida inteira, mas demorará uns 10 anos para subir a um patamar remuneratório minimamente aceitável). Bem, até aí tudo bem para o séquito temerino (ou seria temerário?). Essa galera só não está contanto com o fato de que o cidadão admitido no concurso do ano de 2017 ou 2016 não sofrerá esse impacto, pois já foi aprovado de acordo com as leis do último edital. Então, você entrará um ano depois e receberá quase um terço daquilo que seu colega de profissão recebe. O mesmo seria para PF, a PRF, a Receita Federal entre outros órgãos do Serviço Público. Pois é, na minha opinião, haverá advogado comprando planeta apenas com os casos de restituição com base na equiparação remuneratória um ou dois anos depois de essa medida entrar em vigor.

Isso vai impedir que os “cavaleiros da têmera quadrada” aprovem esse projeto? É lógico que não. Entenda: isso vai seguir adiante. Então, esse é o apocalipse dos concursos púbicos? Sinceramente, eu acho que não. Mas vou ser bem honesto: aquela ilusão de riqueza, que muita gente (desinformada) tem quando vê post Concurseiro X Concursado no Instagram, vai se desvanecer. Sem falar na tentativa deliberada de sucatear o Serviço Público. Penso que o cidadão que estiver investindo nisso, fará um cálculo bem preciso entre suas aspirações (que podem, de fato, envolver o sonho de ser um auditor, um policial rodoviário, enfim) e o valor que deverá investir para isso. É bem provável que você comece a notar mais promoções tresloucadas de cursos preparatórios pelo Brasil.

Não se engane: a despeito de muitas maldades propostas pelo nosso Michelito, muito do que se alardeia por aí é pós-verdade. Há muitos interesses particulares nos anúncios que pregam o fim dos concursos públicos. O “chefinho” quer ver o funcionário empenhando até a alma para aumentar os lucros e dar fôlego à iniciativa privada. Num contexto em que se multiplicavam os candidatos a cargos públicos, os certames ficavam mais seletivos. Daí, você teve de aprender mais língua portuguesa, raciocínio lógico, ficar de olho nas atualidades, aprender noções de direito constitucional, administrativo e… acabou se transformando em uma pessoa mais crítica, mais ligada no mundo, menos manipulável. Isso não é nada interessante para o dono da mula.

Que resta disso tudo para quem ainda quer prestar os concursos? Olha, o mundo ainda não acabou (apesar de seu novo final estar previsto para o dia 21 de agosto). Há uma série de concursos com edital aberto, principalmente da área dos tribunais. Você pode mudar de área, mudar de foco, pode até parar de estudar, se achar conveniente. Se, numa próxima gestão, tudo isso mudar (o que também pode acontecer) – e você tiver desistido dos estudos (que costuma ser a tendência dos fatalistas) -, será forçado a começar tudo de novo. Talvez do zero!

Também não é possível fechar os olhos para tudo o que está acontecendo. Uma mobilização produziria bons resultados, mas isso é quase impossível no Brasil, pois aqui somos escravos dos representantes que elegemos; isso acontece porque somos escravos da nossa própria ignorância. Momentos desesperados pedem medidas desesperadas, mas o desespero é relativo: há muita gente ganhando com isso. Por favor, não faça aquele tipo de comentário sarcástico, mas que revela uma inocência extrema: “no deles, eles não querem mexer, safados!” Nenhum político lerá esse comentário e, se ler, provavelmente dará uma bela risada enquanto manda mais um gole do seu Blue Label.

Quando pensar em desistir, lembre-se de que o funcionalismo público no Brasil nem sempre foi o paraíso com que muitos sonham. Contextos se alteram, governos vão e vêm: você fica. Leia isso antes de tomar sua decisão.

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Concursos na reta – Polícia Militar

policia-militar

 

Salve, guerreiros leitores do blog!

 

Eu tenho sérios problemas de bipolaridade (hehe): uma hora faço post sobre concursos, outra hora escrevo uma crônica, depois um poema, depois uma crítica. Espero que você não se chateie com isso.

Eu resolvi dedicar esse post para falar sobre alguns concursos que estão na reta aí para o pessoal, principalmente pelo fato de que muita gente anda reclamando que estamos em períodos miseráveis de editais. Em uma pesquisa rápida, pude concluir que temos três concursos de Polícia Militar que estão “pela boa” ou já estão na área para os concurseiros. Vamos a eles:

Polícia Militar da Bahia – PM/BA

O governador Rui Costa confirmou que haverá o concurso, e a previsão para a publicação do edital é até o mês de abril, ou seja, já está quase na nossa cara. De acordo com as informações que pude encontrar, haverá mais de duas mil (2.000) vagas neste concurso – para os espaçosos, é vaga a dar com pau!

O concurso exige nível médio, e a remuneração inicial é de R$ 2.197,78 (iniciais). O último concurso foi realizado pela banca FCC (um pouco ardida para quem estuda para as Carreiras Policiais) e teve prova de redação (delícia!).

Fica  a sugestão para você estudar para esse concurso antes que o edital apareça!

Polícia Militar do Piauí – PM/PI

Wellington Dias – o  governador do Piauí – autorizou a publicação do edital para o concurso da Polícia Militar, com a oferta de 400 vagas para soldado. O concurso exige nível médio completo, e a remuneração inicial é de R$ 2.047,63.

O último concurso ofereceu um quantitativo semelhante de vagas e foi realizado pela banca Nucepe e não teve redação, para o alívio de muitos!

 

Polícia Militar do Acre – PM/AC

 

Esse concurso está com o edital publicado. Houve uma querela a respeito da suspensão do concurso, mas houve determinação judicial para impedir a suspensão.

Exige-se nível médio para o concurso. A remuneração é de R$3.319,12 e a banca examinadora é a IBADE. As inscrições vão de 03/03/2017 a 28/03/2017; a data da prova será 23/04/2017.

Desejo a todos bons estudos!

Força, guerreiros!

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