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Como controlar a ansiedade?

 

sinais-ansiedade

Salve, meu povo maravilhoso!

 

Hoje eu vou escrever sobre algumas lições simples para controlar a ansiedade:

1 . Busque viver o momento presente

 

A ansiedade surge – na maior parte das vezes – porque não conseguimos concentrar nossas atividades no momento em que estamos vivendo. Tememos – por alguma razão – as consequências de uma escolha errada, de algo inesperado. A projeção de algo malfadado em um futuro desconhecido é aquilo que nos tira o sono e nos faz perder o controle. Concentre-se nas atividades que você tem para fazer no momento, na semana presente, no mês presente. Não sofra por antecipação.

 

2. Faça uma atividade física

 

Dessa maneira, você conseguirá desconectar a sua mente dos problemas flutuantes e conseguirá liberar os hormônios de compensação ao fim da atividade. Não precisa ser o Usain Bolt, não precisa dobrar barra de ferro: faça uma caminhada ou uma corrida; procure uma atividade que movimente o seu corpo e faça sua mente voltar ao equilíbrio.

 

3. Evite o consumo excessivo de estimulantes

 

Energético, café, pré-treino, termogênico e blá, blá, blá são as chaves para desencadear o comportamento vicioso de quem sofre por ansiedade. Se você não consegue se controlar sem consumir estimulantes, imagine se você mandar isso para dentro diariamente. Adote hábitos mais saudáveis. Beba água!

 

4. Durma!

 

Passar noites em claro apenas reforça o desespero do incerto. Já percebeu que a ansiedade sempre surge em razão de uma projeção futura? Então, se você estiver tão acelerado que já começou a perder o sono, faça um breve exercício de respiração: inspire por 7 segundos, segure por 5 segundos, expire por 7 segundos. Desse modo, você conseguirá voltar ao seu estágio atual de produtividade e centralização. Depois disso, durma! Se ainda não conseguir, faça algo bem bobo, que distraia a sua mente! Depois, durma!

 

Força, guerreiros!

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Como escrever um estudo de caso?

Tomar-decisões

Olá, meu amigo do blog!

 

Se você acompanha o meu trabalho por aqui, sabe bem que – eventualmente – eu preciso vir à tona para desfazer alguns mitos que surgem no mundo dos estudos; seja dos concursos públicos, seja dos trabalhos acadêmicos, seja dos vestibulares.

A minha missão hoje é desvendar um mito bastante interessante: como escrever um estudo de caso em uma prova de concurso público?

Grande parte dos professores, que gosta de se sentir o mago da transformação textual, tenta delinear grandiosas diferenças entre um texto dissertativo e um estudo de caso. Em linhas gerais, não há tanta diferença assim. Honestamente, é muito mais fácil compreender o princípio de um estudo de caso. Vamos aos fatos!

O que é um estudo de caso?

Trata-se de um texto dissertativo, em que o candidato é obrigado a resolver um problema que é apresentado em uma situação narrada na “questão” que surge na proposta.

Preciso escrever introdução, desenvolvimento e conclusão?

Todo texto possui essas partes. Não é diferente com o estudo de caso. O que ocorre é – na introdução – você deve retomar a situação-problema, a fim de ficar mais claro o assunto sobre o qual você discorre. Não é necessário dar uma “enrolada” na introdução (na verdade, não é para fazer isso em nenhum texto).

O texto deve ser longo?

Depende da quantidade de problemas que você deve resolver. Um estudo de caso pode apresentar de duas até umas sete questões para que o candidato consiga resolver tecnicamente. Não é preciso delimitar quantidade de linhas para o texto. Você deve se concentrar na resposta de maneira específica, a fim de demonstrar conhecimento a respeito das situações mencionadas.

Há uma linguagem específica para usar?

Como todo texto de natureza específica, você precisa usar a linguagem do nicho a que se dirige o estudo de caso. Pense comigo: se você escreve um texto sobre enfermagem, precisa usar a linguagem específica da área; se vai falar sobre segurança de informação, precisa do vocabulário que se emprega nessa área. Isso é algo lógico!

Existe uma resposta certa?

Sim. Quando a proposta é feita, há um padrão de resposta que você precisa atingir. Esse padrão é entregue ao professor que fará a correção, a fim de ver quanto seu texto se aproxima da versão ideal do texto. Quanto mais se aproximar, maior a nota. Quanto menos… bem, você já sabe.

Onde posso encontrar propostas desse tipo?

Em qualquer site que traga provas anteriores. Basta observar qual o seu concurso e buscar a prova anterior, com vistas a achar a proposta de redação. Muito provavelmente você encontrará a proposta e o padrão de resposta, ainda mais se a sua banca for o Cespe/Cebraspe. Recomendo o site PCI-concursos.

 

Um grande abraço,

 

Bons estudos!

 

Força, guerreiros!

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