Poemas

Composição

Composição

De zero até uns setenta anos,
Passamos compondo versos.
Alguns sem métrica
Outros sem rima
Tantos sem sentido.
Às vezes insistimos em usar
A mesma palavra 
Quebrantada de outras estrofes.
Os anos iniciais passam vibrantes
Como uma oitava-rima.
A jovialidade dança nos versos livres
Nos dísticos do coração.
Envelhecemos no passo de uma redondilha maior.
Nem tudo escrevi sozinho.
Os mais belos versos da minha composição
Foram escritos quando a pena estava em sua mão! 
(Pablo Jamilk) 
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Desconstruindo

Suplício – (06/04/2015)

Hoje, li um texto que o senhor Eduardo Suplicy publicou em sua página, a respeito de algo que ocorreu ontem (06/04/2015). Fiquei revoltado com o teor do texto. Aqui segue o texto que ele publicou e minha resposta ao discurso tendencioso dele.
Este é o texto dele:
Nesta segunda, Mano Brown, dos Racionais Mc’s, foi à farmácia comprar um remédio para sua mãe, que esteve hospitalizada. No caminho, foi parado por batalhão de PMs. Abriu os vidros, desceu do carro. Mandaram ele elevar os braços por trás da cabeça. Brown pediu para não tocarem nele. Um forte policial deu-lhe um mata leão e o derrubou no chão. Diversos passaram a ofende-lo. Algemaram-no e o levaram ao 37DP, no Campo Limpo. Vicente Cândido e eu fomos lá até que fosse liberado, às 20:30hs. Maior respeito e civilidade especialmente aos negros se faz necessário. O fato de o exame de saúde da carteira de habilitação estar vencido não justificava aquele procedimento.
Eis a tentativa de desconstrução da retórica:
Faltou um acento em “ofendê-lo”, é uma oxítona terminada em “e”. Bem, vamos analisar a sua publicação, senhor Eduardo Suplicy. O senhor não esteve no local do acontecido, nem eu; portanto não sabemos o que ocorreu de fato. Mas, a julgar pelo que você escreve, preciso dizer que foi muito tendencioso. Vejamos:
O senhor começa narrando o evento: “Nesta segunda, Mano Brown, dos Racionais Mc’s, foi à farmácia comprar um remédio para sua mãe, que esteve hospitalizada.”
Este início foi discursivamente criado para gerar comoção no leitor. Para que ele leia e pense “nossa, olha só o cara foi cuidar da mãe dele” e o policial foi um safado que agiu com excesso.
Depois prossegue: No caminho, foi parado por batalhão de PMs
Essa frase chega a ser sem-vergonha: acredito que o senhor não saiba o significado de batalhão; ou saiba, mas empregou esse termo para criar a impressão de que a pessoa em questão não tinha defesa contra os policiais que lá estavam. Bem a título de informação, o batalhão é uma unidade militar constituída por duas ou mais companhias, sendo tradicionalmente comandada por um coronel, tenente-coronel ou um major. Normalmente, tem um efetivo médio que pode ir de 250 a 1000 militares.
Continuando com o seu texto: Abriu os vidros, desceu do carro. Mandaram ele elevar os braços por trás da cabeça. Brown pediu para não tocarem nele.
Aqui, a sua intenção é demonstrar a suposta “passividade” com que o indivíduo procedeu e a suposta “rudeza” do agente de polícia. Para isso, usou três verbos “abriu”, “desceu” e “pediu” (todos no singular). Aí você cria uma antítese safada ao opor “Mandaram ele levantar os braços” a “Pediu para não tocarem nele”. O senhor narra como se estivesse ao lado da cena, analisando tudo e emitindo esse juízo de valor a respeito do que ocorreu. Poderia muito bem o policial ter pedido, e Brown ter mandado. Por que não usou essa redação?
Sigamos: Um forte policial deu-lhe um mata leão e o derrubou no chão.
Ao antepor o adjetivo “forte” antes do substantivo você cria um efeito de sentido que cria uma relação díspar de forças: como se o policial representasse a força opressora e Brown a voz de liberdade que está fraca e impotente na situação.
Diversos passaram a ofende-lo. Algemaram-no e o levaram ao 37DP, no Campo Limpo.
Aqui, como era de se esperar, o exagero: “diversos”, “ofendê-lo” (aqui com acento). Quais eram as ofensas? Como ocorriam? Quem ofendeu?
Adiante: Vicente Cândido e eu fomos lá até que fosse liberado, às 20:30hs.
Aqui o senhor se mostra como alguém que foi apenas cumprir o papel de estandarte da defesa dos menos favorecidos. Parabéns, ficou bonito!
Sua estratégia de retórica: Maior respeito e civilidade especialmente aos negros se faz necessário.
Ao fazer isso, clama ao povo por igualdade. Insere na causa o fato de o indivíduo envolvido ser negro, a fim de que – com isso – tenha a adesão de quem verdadeiramente luta pela causa.
Encerra: O fato de o exame de saúde da carteira de habilitação estar vencido não justificava aquele procedimento.
Aqui o senhor pega o fato que levou Brown a ser “detido” (o que deve ocorrer com qualquer um que não estiver em conformidade com o que a lei preconiza – nesse caso, a de trânsito) e ignora completamente.
Veja o que são as palavras: podem valer para qualquer intenção. Qual foi a sua, senhor Suplicy? Vou mostrar como essa redação pode ser subvertida apenas alterando as palavras:
Nesta segunda, Mano Brown, dos Racionais Mc’s, foi levado ao 37DP, no Campo Limpo. Segundo os relatos, Brown teve de parar o carro para uma abordagem de rotina da Polícia, que fazia uma operação no local pelo qual passava. Brown estava com os documentos necessários à habilitação vencidos, por isso, os policiais solicitaram que ele se retirasse do veículo e – não sabendo que se tratava de um famoso cantor brasileiro – iniciaram um procedimento padrão de abordagem. Ao que Brown exige que ninguém toque nele. Nesse momento, em virtude da reação do indivíduo abordado, foi necessário que o policial empregasse de medidas mais enérgicas. Vicente Cândido e Eduardo Suplicy foram até o 37DP para que o cantor fosse liberado (o que ocorreu no mesmo dia, horas depois da situação). De acordo com Eduardo Suplicy, Brown tinha saído de casa para comprar remédios para sua mãe – que estivera hospitalizada.
É preciso ter civilidade para com todos, Eduardo Suplicy, inclusive para com os policiais – que não precisam do seu discurso tendencioso.
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Concurso Público

5 assuntos que sempre caem em concursos!

Saudações, guerreiro!

 Durante esses anos como professor de Língua Portuguesa e concurseiro de oportunidade (faço as provas para acompanhar meus alunos), percebi que alguns assuntos são bem mais incidentes. Vou apresentar alguns para que você fique municiado para o seu concurso.

1 – Concordância

  Explicando de uma maneira bem grosseira, uma questão de concordância pede para você avaliar a relação de semelhança para singular e plural; masculino e feminino, além de uma percepção da conjugação dos verbos (em 1ª, 2ª ou 3ª pessoa). Apesar de todos esses detalhes, disparadamente o que mais cai é concordância verbal. Para ter uma boa noção, vale estudar as regras relacionadas ao verbo “haver” (no sentido de tempo transcorrido e no sentido de “existir”, “ocorrer” ou “acontecer”), aos verbos acompanhados pela palavra “se” e ao sujeito oracional. 

2 – Emprego da vírgula

 As questões que versam sobre o emprego da vírgula costumam avaliar a capacidade de o candidato perceber as relações sintáticas na sentença. Ou seja: se você não sabe encontrar termos como “sujeito”, “objeto direto”, “complemento nominal”; vai sofrer com a pontuação. Para acertar: lembre-se de que não é possível inserir uma vírgula entre o sujeito e o verbo da sentença (não importa o seu tamanho, não importa sua ordem – mesmo que alguns gramáticos digam o contrário); e que não é possível colocar uma vírgula entre verbo e objeto (na ordem direta da sentença). 

3 – Crase

  Crase é sempre um filé de prova. Muitas bancas cobram o assunto: algumas exigem a análise sobre o motivo do emprego do acento grave; outras pedem para que o candidato saiba verificar a impossibilidade de se empregar o acento. Para facilitar a vida, busque os meus “mandamentos da crase” – eles facilitam muito o trabalho.

4 – Vozes verbais

  Reconhecer voz do verbo é item essencial para duas das principais bancas no Brasil: FCC e CESPE. Na primeira banca, a banca exige que você saiba fazer transposição da ativa para a passiva analítica (na maior parte dos casos); na segunda banca, o questionamento costuma repousar sobre a transposição da voz passiva sintética para a voz passiva analítica. 

5 – Emprego dos pronomes 

 Quer em questões sobre a retomada dos referentes, quer em questões sobre a função sintática; os pronomes têm o seu lugar cativo em provas de concurso público. Sugiro que você estude os conteúdos relativos à função sintática dos pronomes relativos e dos pronomes pessoais. 
Até o próximo post!
Força, guerreiro!
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Concurso Público

5 considerações sobre a suspensão dos concursos públicos

Olá, guerreiros! Em alguns momentos, parece ser meio hipócrita eu começar a conversa pedindo força para vocês! Hoje parece ser um desses dias. Depois de ler bastante sobre essa tão comentada suspensão dos concursos, farei algumas considerações que (espero) possam trazer uma palavra mais decisiva para vocês – seja para continuar, seja para largar mão. 

1 – O nome é suspensão!

 Eu não consigo entender a origem do problema de interpretação que algumas pessoas possuem. Em todo esse palavrório falado até agora, o nome que circula é SUSPENSÃO, ou seja, ninguém falou em extinção. Li uma cascata de comentários derrotistas do tipo “agora não adianta mais”, “agora tudo acabou”, “só me faltava essa”, “nem vou mais estudar” e coisas do tipo. Todos esses que assim pensaram se enquadram no grupo dos imediatistas – querem passar; querem passar logo; querem que o concurso venha logo; meu deus, que concurso demorado; está demorando demais; nossa, nem deu tempo de estudar direito! 
Quero dizer: esse nome só atinge o pessoal iniciante que acredita em uma transformação mágica de conteúdos em uns 3 meses. Os demais continuam firmes no propósito. 

2 – Nem tudo é tão bom assim! 

 Você também não pode ser um grande iludido nessa história toda. O pessoal que vive de concurso público precisa continuar ganhando a vida, então farão de tudo para minimizar a situação. Eu vivo disso, sou professor, mas não tenho medo de dizer que a maré não é tão favorável assim. Tempos de arrocho, tempos de seleção: quem quiser é livre para desistir, mas não fique de boca miúda enchendo o saco de todo mundo por causa disso: há pessoas que vão continuar estudando e que não precisam da sua chatice colocando-as para baixo! Quando você resolver voltar a estudar, haverá uma fila muito maior à frente. 

3 – Nem tudo parou!

A notícia assustou, mas muita coisa continua. Não é possível sair assim com tanto desespero. O melhor é aguardar as próximas resoluções para ver qual será o desdobramento, ou seja: “assistir à guerra enquanto treina”!

4 – Como estudar agora? 

Exatamente do mesmo modo: continue com os planos de estudo, com os exercícios. Esse é o momento certo para investir. Sério? Sim! Agora, como o impacto é forte, as ofertas dos preparatórios hão de aumentar – todo mundo quer bater metas, manter seu nome no mercado. Faça suas pesquisas e descubra um modo de se aproveitar dessa situação. 

5 – Isso já aconteceu antes? 

Talvez não com o mesmo panorama econômico, mas já aconteceu. Em 2011, uma notícia da mesma natureza foi anunciada. Os concursos foram interrompidos? Não, simplesmente porque não é possível interromper a “máquina pública”.
Em suma: estude mais, preocupe-se menos! 
Grande abraço! 
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Concurso Público

Série "Estudando Língua Portuguesa" – Capítulo 1

Muito bem, guerreiros! Decidi iniciar uma série dedicada somente ao estudo de Língua Portuguesa! Vou segmentar bem isso para falar especificamente sobre concursos públicos! Se você estiver pensando em prestar concurso e possuir alguma dificuldade com Língua Portuguesa, este post (assim como vários outros) é (são) para você! 

1 – Estratégias de estudo para Língua Portuguesa. 

Há duas estratégias fundamentais para estudar LP: a primeira é meter a cara na teoria, ou seja, moer a Gramática. Isso funciona porque você consegue absorver os conteúdos que estão por trás das questões e, com isso, até mesmo identificar uma questão com erro de elaboração antes mesmo de sair o gabarito – esse é o perfil do “concurseiro gramatiqueiro”. A segunda estratégia consiste em mergulhar fundo nos exercícios e estudar por meio dos comentários (quando estiverem corretos, é claro)! Isso funciona porque você consegue conhecer o perfil de cada banca examinadora – estratégia muito válida para o momento pós publicação de edital. 

2 – Divisão dos conteúdos

Deve ficar claro para você que há uma divisão de conteúdos na LP. Isso vai facilitar o entendimento do que motivo de estudo, ou seja, em qual ponto você deve focar mais! A divisão é a seguinte:
a) Fonética / Fonologia: estudo sobre produção, emissão e articulação dos sons da Língua. 
b) Morfologia: estudo sobre classificação das palavras e sobre sua estrutura.
c) Sintaxe: estudo sobre a função das palavras em um período.
d) Semântica: estudo sobre o significado das palavras (essa designação serve apenas para o concurso público, na verdade, Semântica é outra coisa)
e) Pragmática: estudo sobre o sentido das expressões em determinados contextos. 

3 – Não estou progredindo

Se você estiver estudando muito, mas não estiver progredindo, provavelmente deve haver algum erro no seu procedimento de estudo. Antes de se desesperar, é preciso saber que há uma fase do estudo de LP em que você irá se sentir muito perdido (como se tivesse muitas coisas para lembrar). De fato, há muito conteúdo, mas nada impede que você trabalhe sobre isso com bastante dedicação. A minha sugestão é que você procure descobrir os “pontos fracos” – “sempre erro questão de crase”, “sempre erro questão de pontuação”, para – então – buscar as estratégias de melhoria. Um professor de confiança sempre será a solução para esse impasse! 

4 – Leitura

Muita gente torce o nariz quando eu falo em leitura. Normal, não é todo mundo que gosta de ficar um grande tempo detido em um tipo de texto com o qual não possui intimidade. Entretanto, é fundamental que você dedique alguns momentos de seu tempo de estudo para a leitura de tipos distintos de texto: editoriais, contos, poemas, artigos de opinião. Isso fará com que você tenha maior capacidade de interpretação e as questões hão de ficar mais fáceis! Leia! 

5 – Conhecimento sobre as bancas

Os exercícios a que aludi antes servem para você conhecer o perfil da banca examinadora. Em se tratando de LP, vale a dica de mergulhar no perfil da banca: algumas cobram mais Morfologia, outras preferem questões de colocação pronominal, outras ainda gostam mais de interpretação. Sem medo de errar, digo que você começa a conhecer uma banca examinadora apenas após resolver 10 provas por ela elaboradas.

Grande abraço, até o próximo post! 
Força, guerreiros! 
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Concurso Público

5 coisas que todo concurseiro deve saber

Guerreiros do concurso, força! Aqui é o professor Pablo Jamilk! Neste post, vou falar um pouco sobre 5 aspectos importantíssimos que todo concurseiro deve saber para atingir seus objetivos. 

1 – Concurso público é uma guerra! 


Sim, é uma guerra! E uma guerra ferrenha! Já foi o tempo em que qualquer pessoa, com um pouco de sorte e algumas doses de instrução básica, conseguia ser aprovado em um concurso. Hoje, as bancas se especializaram na cobrança dos conteúdos; os candidatos começaram a entender a necessidade de uma preparação especializada; as vagas estão muito mais disputadas e o período de preparação começou a ser mais valioso. Há vários inimigos que você precisa derrotar: o tempo curto, a falta de condições para estudar, a cobrança da família e dos amigos, a banca examinadora, os concorrentes, a pressão de realizar a prova e por aí vai! 
Dica: busque sempre uma preparação consistente e antecipada! 

2 – Quantidade nem sempre significa resultado!


Muita gente gosta de contar vantagem quando o assunto é estudo. Dizem que estudaram 8, 10, 12, 16 horas cronometradas! Em grande parte das vezes, é mentira! Veja onde essas mesmas pessoas postam isso: Facebook, Instagram, Twitter etc. Ora, quem está estudando nem liga para esse tipo de besteira. Se você se sente mal quando vê alguém dizendo que estudou 20 horas – quando você mal conseguiu ficar 2 horas lendo um material, deixe estar! É melhor ter qualidade em uma leitura detida de pouco tempo do que levar 20 horas disperso para contar vantagem. Pode ser que você consiga ficar 20 horas, ou mesmo que você necessite desse tempo para aprender, mas não se paute por isso! As pessoas não são iguais! 

3 – A vida do concurseiro é difícil pra caramba!


Se você está pensando em fazer um curso preparatório porque “todo mundo está fazendo”, pare agora! Você está passando vergonha! A vida do concurseiro não é nada fácil: é uma vida bandida de abnegação. Você deve abandonar vários prazeres, buscar a disciplina que nunca teve; evitar festas, encontros, baladas, todas essas coisas que “gente normal” gosta de fazer. Vai viver com livro debaixo do braço, lendo em ônibus, fila de banco, na cama, no sofá, na mesa, no banheiro. Respirar legislação, virar o chato da Língua Portuguesa com o tempo e com o costume de estudar. Se não é isso que quer; se sua intenção for a de fazer amigos, vá a um barzinho e não faça volume na sala de aula!

4 – Lebre ou tartaruga?


Nem sempre você começa a estudar moendo em todos os conteúdos. Pode ser que você necessite de uma fase de adaptação, para reunir conhecimentos que ainda não possuía. Entenda que a paciência e a resiliência (capacidade de se adaptar às novas situações e manter-se fiel ao seu objetivo) são atributos essenciais de qualquer concurseiro. Mantenha o seguinte pensamento: você tem duas opções – desistir e não passar em nada; persistir e passar em algum momento. 

5 – Cuidado com o Fast Food concurseiro!


Que todos os concurseiros querem passar é sabido. Que nem todo mundo tem paciência é ainda mais evidente. Logo, começam a surgir fórmulas milagrosas que prometem acelerar seus estudo, melhorar sua capacidade em 5, 10, 15 ou 20 vezes. Promessas de futuro melhor, promessas de aprovação facilitada, promessas e mais promessas. Tudo para que você invista seu tempo, suas esperanças, suas emoções e, principalmente, o seu dinheiro! Caia na real! Há apenas um caminho para ir bem em uma prova: estudar e buscar aprender o que se cobra nas provas! Algumas pessoas precisam mais de uma orientação psicológica do que de uma orientação instrucional (de conteúdo). Então, seja honesto consigo: se o problema for de matéria, busque um professor; se for de ordem psicológica, busque um analista! O Fast Food concurseiro engana fácil e cria grandes expectativas, as quais podem se transformar em grandes frustrações! 
Acredito que são 5 realidades que todo concurseiro deve saber! 
Grande abraço! Bons estudos!
Força, guerreiros!
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