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10 livros para você viajar o mundo!

1. HAMLET (Willian Shakespeare)

Trata-se de uma tragédia, onde um jovem príncipe busca vingar a morte de seu pai. É permeada por diversos conflitos psicológicos e com extrema densidade dos personagens. Aliás, se você gosta de série e literatura, saiba que a séria “Sons of Anarchy” foi inspirada nesta obra de Shakespeare.


2. ODISSEIA (Homero)

Representando a literatura clássica, Odisseia é uma obra riquíssima culturalmente. Ela conta a história de Ulisses, o rei de Ítaca (pequena ilha na região da Grécia antiga), que após ter combatido na guerra de Troia, acaba sendo amaldiçoado pelos deuses por desafiar a sua força, a sua potência. Deste modo, Ulisses é obrigado a lutar contra os deuses que representam os elementos da natureza para poder, enfim, regressar a ilha de Ítaca e rever sua esposa e seu filho. Grandiosa obra, tendo sido adaptada para cinema e que, inclusive, teve como protagonista o ator Armand Assant, no papel de Ulisses.


3. DOM QUIXOTE DE LA MANCHA (Miguel de Cervantes Saavedra)

Possivelmente a representação literária mais conhecida da Espanha é esta obra. A história de Dom Quixote retrata a jornada de um fidalgo enlouquecido que começa a recriar o mundo, a sua maneira, junto de seu companheiro sancho pança. Obra super recomendada!


4. OS MISERÁVEIS (Victor Hugo)

Escrita pelo autor francês Victor Hugo, a obra é densa e de cunho político do próprio autor, retratando a desigualdade social, que expõe a história de um condenado (Jean Valjean) que foi posto em liberdade. Este livro teve adaptação para o cinema “Les Misérables (2012)” tendo como personagem principal o ator Hugh Jackman como Jean Valjean, Russell Crowe como o Inspetor Javert e Anne Hathaway como Fantine.


5. CRIME E CASTIGO (Fiódor Dostoiévski)

Crime e Castigo é um romance publicado em 1866, é uma obra densamente existencialista que discute elementos como: homicídio, drama psicológico, e niilismo. O nome é altamente sugestivo, qual será o castigo para esse crime? Sem spoilers, leia e descubra!


6. POR QUEM OS SINOS DOBRAM (Ernest Hemingway)

Romance de 1940, escrita pelo autor norte-americano Ernest Hemingway, e que narra a história de Robert Jordan, um jovem norte-americano das Brigadas Internacionais. Professor de espanhol que se tornou conhecedor do uso de explosivos, Jordan recebe a missão de explodir uma ponte por ocasião de um ataque simultâneo à cidade de Segóvia.

Uma curiosidade: A banda Metallica fez uma canção inspirada neste livro, que inclusive, traz o mesmo nome do livro “For Whom the Bell Tolls“.


7. GRANDE SERTÃO VEREDAS (João Guimarães Rosa)

Entre as obras brasileiras mais conhecidas, um destaque especial se dá para Grande Sertão Veredas, obra de Guimarães Rosa, publicada em 1956, que narra a vida de alguns homens no cangaço. Uma mistura de misticismo, amor, preconceito, existencialismo, e conflitos internos. Leitura super recomendável!


8. UMA QUESTÃO PESSOAL (Kenzaburo Oe)

O autor japonês Kenzaburo Oe, traz a tona um assunto delicado e que foi inspirado em um episódio real da vida do autor, o nascimento do primeiro filho. A criança veio ao mundo com sérios problemas cerebrais. A partir desse fato, o autor criou um romance semi-autobiográfico no qual o protagonista, um professor de inglês, se questiona sobre o que realmente deseja para seu filho. O autor a partir de sua experiência pessoal constrói uma das narrativas mais dramáticas do século XX.


9. O PERFUME (Patrick Suskind)

Uma obra de origem alemã, publicada em 1985, e que teve 15 milhões de exemplares vendidos em quarenta línguas. O perfume conta a história de um jovem com uma peculiaridade relacionada ao olfato, e que considera o cheiro a essência das pessoas. Diante disto, ele decide criar o perfume perfeito. O livro teve uma adaptação para o cinema em 2006 pelo diretor alemão Tom Tywer (Corra, Lola, Corra).


10. O PRIMO BASÍLIO (Eça de Queiroz)

O Primo Basílio” narra a história de amor entre o casal Jorge e Luísa, e a infidelidade da esposa com seu primo, Brasílio. A obra de Eça de Queiroz, publicada em 1878, consiste na análise da família burguesa da época e faz parte dos clássicos da literatura portuguesa.


Estas obras estão resumidas neste vídeo, confira:

Boa viagem, guerreiro!

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Classes de palavras: Artigo

Artigo

Artigo é a palavra que define ou indefine um substantivo, particularizando-o.

Classificação: os artigos podem ser:

Definidos: definem um referente na sentença. São eles: o, a, os, as.

Indefinidos: indefinem um referente na sentença. São eles: um, uma, uns, umas.

Emprego dos artigos:

a) Definição de termo:

Chamem o aluno. (Provavelmente, esse aluno já foi mencionado no texto)

b) Indefinição de termo:

Chamem um aluno. (Nesse caso, é indiferente o aluno. Provavelmente não fora mencionado na sentença)

c) Generalização de termo:

Aluno deve estudar. (Veja que o artigo não foi empregado, ou seja, fala-se a respeito de toda a categoria “aluno”)

d) Substantivar termo:

O cantar / Um não. (Perceba que, nesse caso, o artigo transformou as palavras “cantar” e “não” (verbo e advérbio) em substantivos. A esse processo, dá-se o nome de derivação imprópria).

e) Destaque de termo:

João é “o” médico. (Nessa sentença, faz-se um tipo de destaque, como fosse uma questão de ênfase do elemento que sucede o artigo)

f) Uso com o pronome “todo”:

  • Esse é um problema em todo país. (Conjunto dos países)
  • Esse é um problema em todo o país. (O país em sua totalidade)

Note a mudança de sentido proveniente do emprego do artigo.

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O que são orações subordinadas adverbiais?

São as orações que desempenham a função de um adjunto adverbial na sentença. Sua característica fundamental, quando desenvolvidas, é que surgem introduzidas por uma conjunção subordinativa adverbial. Logo, a nomenclatura das orações fica condicionada à classificação semântica das conjunções. É importante atentar para o sentido das conjunções na sentença, pois costuma ser alvo de questões. Além disso, é importante observar o critério de mobilidade – possibilidade de deslocar a oração na sentença –, pois nesse caso há uma vírgula obrigatoriamente.


Comparação para facilitar o entendimento:

Período Simples:

        – Amanhã, venha estudar.

Período Composto:

        – Quando tiver tempo, venha estudar.


Classificação das orações: 9 tipos.

1 – Causal: exprimem sentido de causa. Suas principais conjunções são já que, porque, uma vez que, como etc.

Ex.: Já que estava preparado, resolveu a prova.

2 – Comparativa: exprimem ideia de comparação. Algumas conjunções são como, mais (do) que, menos (do) que.

Ex.: Executou a tarefa como um perito faria.

3 – Condicional: exprimem ideia de condição. Algumas conjunções são se, desde que, contanto que etc.

Ex.: Desde que haja garra, o cargo será seu.

4 – Conformativa: exprimem a ideia de conformidade. Algumas conjunções são conforme, segundo, consoante etc.

Ex.: Eu farei o teste segundo o professor recomendou.

5 – Consecutiva: exprimem a ideia de consequência. Algumas conjunções são tanto que, de modo que, de sorte que.

Ex.: O candidato estava tão preparado que gabaritou a prova.

6 – Concessiva: exprimem a ideia de concessão. Algumas conjunções são embora, ainda que, mesmo que etc.

Ex.: Embora haja muitos concorrentes, o cargo será meu!

7 – Final: exprimem ideia de finalidade. Algumas conjunções são para que, a fim de que, porque etc.

Ex.: Separou o tema, a fim de que pudesse estudar.

8 – Proporcional: exprimem ideia de proporção. Algumas conjunções são à medida que, à proporção que, ao passo que etc.

Ex.: Ganhava dinheiro, à medida que enganava os professores.

9 – Temporal: exprimem ideia de tempo. Algumas conjunções são sempre que, logo que, mal, assim que etc.

Ex.: Sempre que a vida parecer difícil, resista!

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O que são termos acessórios da oração?

Os termos que são ditos acessórios servem para estender (ampliar) o sentido das expressões. Isso quer dizer que esses termos aumentam a informação relacionada a um referente. Vejamos quais são esses elementos.


1 – Adjunto Adnominal:

Trata-se do termo que particulariza o núcleo de uma expressão de caráter nominal. Usualmente, artigos, pronomes, adjetivos, locuções adjetivas e numerais desempenham a função de adjuntos adnominais.

  • Uma medida será necessária.
  • Duas posições foram criticadas.
  • A mulher do vizinho comprou minha casa.
  • Aquela questão fácil me salvou na prova.

Nota: é preciso, para não criar confusão, fazer uma distinção entre adjunto adnominal e complemento nominal.

  • A descoberta do remédio foi benéfica. (adjunto adnominal)
  • A descoberta do cientista foi benéfica.  (complemento nominal)

O adjunto adnominal surgirá como resultado da ação que o substantivo pode exprimir, como é o caso de “descoberta do remédio” – o remédio foi descoberto, ou seja, é o resultado da ação de “descobrir”.

O complemento nominal surgirá como o sujeito da ação que o substantivo pode exprimir, como é o caso de “descoberta do cientista” – o cientista descobriu algo, ou seja, é o sujeito da ação de “descobrir”.

2 – Adjunto adverbial

Trata-se do termo que imprime uma circunstância sobre verbo, adjetivo ou advérbio. Na verdade, adjunto adverbial é o nome sintático de um advérbio ou de uma locução adverbial.

  • Por medo, o homem ficou calado.
  • Na semana anterior, não houve aula.
  • Talvez ele faça parte do grupo.

3 – Aposto

Trata-se do termo que serve para explicar, resumir, especificar, enumerar ou distribuir um referente, com o qual estabeleça identificação semântica. Veja quais são os tipos de aposto.

1 . Explicativo. (Note que o aposto explicativo não possui verbo)

  • Graciliano Ramos, o autor de “Vidas Secas”, era nordestino.

2. Resumitivo.

  • AFO, Economia, Português, RLM, tudo ele gabaritou.

3. Especificativo.

  • O vereador Jucelino Doidivanas assinou a correspondência.

4. Enumerativo.

  • Há dois problemas para a produção de alimentos: o da seca e o das chuvas.

5. Distributivo.

  • Os comunicados vieram separadamente: o do concurso, primeiro; o do processo, depois.

6. Oracional.

  • Solicitei esta alteração: que ela não fosse a primeira da lista.
  • O pedido, que fizessem um curso específico, foi atendido.

4 – Vocativo

Trata-se de uma interpelação que indica com quem se fala. É o termo que indica quem é o interlocutor da sentença.

  • Senhor, traga suas credenciais!
  • Preste atenção, menina!

5 – Predicativo do Objeto

Trata-se da característica ou qualidade do objeto que foi atribuída pelo sujeito da sentença.

  • O povo achou a atitude incorreta.
  • O juiz considerou o réu culpado.

Finalizamos a sintaxe do período simples! Você pode perceber que, apesar de ser uma matéria muito intuitiva e fácil, exige muita atenção aos detalhes. Por isso, peço que você interrompa agora, reveja toda a matéria de sintaxe até aqui e, só então, caminhe para a sintaxe do período composto. Bons estudos! Força, guerreiro!

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Preposição: o que eu preciso saber?

Preposição é um termo de natureza conectiva, que opera uma relação de sentido no segmento em que aparece. Distintamente das conjunções, as preposições são empregadas por uma exigência da sentença (quer gramaticalmente, quer semanticamente).

A preposição costuma ser empregada em função de uma exigência sintática, a qual recebe o nome de Regência. A depender da natureza da regência, a preposição pode indicar uma relação apenas de correção gramatical ou uma relação de manutenção de sentido.

Vejamos alguns exemplos:

  • Regência Verbal: As pessoas assistiram ao discurso sobre a preservação ambiental. (Empregamos a preposição “a” para demonstrar a relação presente entre o verbo e seu complemento. O verbo “assitir” empregado no sentido de “ver” deve receber a preposição “a”)
  • Regência Nominal: A habilidade com as palavras era seu forte. (A preposição “com” foi – por assim dizer – “convidada” pelo substantivo “habilidade”. Isso demonstra uma relação de Regência Nominal.)

Classificação das preposições

1 – Essenciais: são preposições por essência. É preciso decorar essa lista para que fique mais simples o estudo das preposições.

  • A, ante, até, após.
  • Com, contra.
  • De, desde.
  • Em, entre.
  • Para, per, por, perante,
  • Sem, sob, sobre,
  • Trás.

Semântica das preposições: é importante pensar sobre o sentido que podem assumir.

  • Eu lutei com Jonas. (Estávamos do mesmo lado)
  • Eu lutei contra Jonas. (Ele era meu inimigo)
  • Eu lutei sem Jonas. (Jonas não estava na luta não pense que essa frase significa que lutei sozinho, isso seria interpretar demais)
  • Eu lutei por Jonas. (Jonas foi a razão de minha luta)

2 – Acidentais: são palavras que não nasceram como preposição e, em dado momento, foram passaram a ser empregadas na função de preposições.

Exemplos:

  • Mediante
  • Salvo
  • Exceto
  • Menos
  • Fora
  • Tirante
  • Salvante
  • Segundo
  • Consoante

Em uso:

  • Ela fará, salvo engano, a prova amanhã.
  • Fora Maria, todas as meninas entraram na sala.
  • Segundo o autor, aquilo era um direito de todos.

Tabela de combinações

 Preposições (vertical) / Artigos (horizontal)oaosasumumaunsumas
aaoàaosàs
dedodadosdasdumdumadunsdumas
emnonanosnasnumnumanunsnumas
perpelopelapelospelas
porpolopolapolospolas

Locuções prepositivas: duas ou mais palavras reunidas que possuem a função de uma preposição, ou seja, função conectiva. Vejamos uma lista de locuções prepositivas.

À beira de, antes de, depois de, a fim de, a patir de, ao invés de, em vez de, de encontro a, ao encontro de, em frente de, a despeito de, à custa de.


Como isso cai na prova?

(CESPE) No fragmento III, no trecho “Cooper usou sua nova invenção para ligar para Joel Engel” (L.9-10), a preposição “para” expressa, em ambas as ocorrências, ideia de finalidade, introduzindo expressões adverbiais.

( ) Certo      ( ) Errado

Resposta: errado. No primeiro caso, a preposição é empregada com um sentido de finalidade; já, no segundo caso a visão que se tem é de “destinatário”.

Bem, não é só dessa maneira que o conteúdo relacionado às preposições pode aparecer. Também pode haver questões relacionadas à crase, ao emprego de pronomes relativos, das próprias conjunções. Cabe ao aluno ficar atento à exigência sintática da sentença (a Regência, propriamente falando).

Vejamos mais exemplos:

Questão de relevância na discussão dos efeitos adversos do uso indevido de drogas é a associação do tráfico de drogas ilícitas e dos crimes conexos — geralmente de caráter transnacional — com a criminalidade e a violência.

(CESPE) Nas linhas 12 e 13, o emprego da preposição “com”, em “com a criminalidade e a violência”, deve-se à regência do vocábulo “conexos”.

( ) Certo      ( ) Errado

Resposta: errado. O emprego da preposição se deve à regência do termo “associação”, que exige duplo complemento (associação DE algo COM algo). Essa é uma questão de Regência Nominal.

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Regras de Acentuação Gráfica

Vamos estudar as regras propriamente ditas. Atente para os casos e busque memorizá-los.

1 – Proparoxítonas: todas são acentuadas.

Ex.: Sádico, amazônico, hipócrita, médico.

2 – Paroxítonas:

Não são acentuadas as terminadas em:

  • A (S): fada, casas.
  • E (S): plebe, rudes.
  • O (S): carro, cigarros.
  • M / ENS: miragem / hifens.

Prefixos terminados em “i” ou “r”: semi / super

São acentuadas as terminadas em:

  • R: caráter.
  • N: hífen.
  • L: lavável.
  • X: tórax.
  • I(S): lápis.
  • Ã(S): ímã.
  • US: ônus.
  • UM (UNS): álbum.
  • OM (ON, ONS): iândom, prótons.
  • PS: bíceps.

DITONGO: fáceis.

3 – Oxítonas: são acentuadas as terminadas em:

  • A(S): será / marajá
  • E(S): filé / sopé
  • O(S): dominó / Caiapó
  • EM / ENS: amém / parabéns.

4 – Monossílabos tônicos: são acentuados os terminados em:

  • A(S): lá, má, dá, já.
  • E(S): pé, vê, ré, Zé.
  • O(S): dó, pó, só.

5 – Acentuação de Hiatos: “I” e “U” sozinhos ou seguidos de S:

  • Carnaúba / Saída / Egoísta / Balaústre

Obs.: não são acentuados nos seguintes casos:

  • – Seguidos de NH: rainha, bainha, tainha.
  • – Paroxítonos antecedidos de ditongo: feiura / Bocaiuva.
  • – i / u duplicados: xiita / vadiice / uuçango.

Obs. 2: iídiche / friíssimo. Esses termos possuem acento porque são proparoxítonos.

6 – Ditongos abertos: éu, éi, ói.

  1. Monossilábicos: véu, rói, dói, réis.
  2. Oxítonos: caracóis, pincéis, troféus.

7 – Formas Verbais com Hífen:

Deve-se tratar cada forma como se fosse uma palavra distinta.

  • Ex.: Contar-lhe. (Oxítona terminada em “r” e monossílabo átono)
  • Ex.: Sabê-la. (Oxítona terminada em “e” e monossílabo átono)
  • Ex.: Convidá-la-íamos. (Oxítona terminada em “a” e proparoxítona)

8 – Verbos “Ter” e “Vir”

Se empregados na terceira pessoa do singular (Presente do Indicativo): sem acento.

  • Ex.: O homem tem / o homem vem.

Se empregados na terceira pessoa do plural (Presente do Indicativo): com acento circunflexo.

  • Ex.: Os homens têm / os homens vêm.

9 – Verbos derivados de “Ter” e “Vir”

Se empregados na terceira pessoa do singular (Presente do Indicativo): com acento agudo.

  • Ex.: João mantém / o frasco contém.

Se empregados na terceira pessoa do plural (Presente do Indicativo): com acento circunflexo.

  • Ex.: Os homens mantém / os frascos contêm.

10 – Acentos diferenciais:

Permanecem:

  • Pôr (verbo) / Por (preposição)
  • Pôde (pretérito perfeito) / Pode (presente)
  • Fôrma (substantivo – recipiente) / Forma (verbo “formar” / substantivo – formato)[1]

Desaparecem[2]:

  • Pára – Para
  • Pêra – Pera
  • Pólo – Polo
  • Pêlo – Pelo

[1] Esse é um caso facultativo.

[2] Os acentos não são mais utilizados, mas as palavras ainda existem.

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